terça-feira, 15 de junho de 2010

Sem razões



Eu me encontro inerte
Fraquejo quando entrego a minha dor
Me sinto ausente
Momentos que dividem minha vida, estou aflita.
À noite o que me aquece é teu calor
Invado espaços, rabiscos e embaraços sempre faço
Eu poupo aplausos
Caminho sobre as flores, amores são tão poucos pra listar
Te afago, te estrago, te impeço
Carinho eu sempre nego com meus gestos
Não sei dizer
Poucas palavras, as que foram já não voltam pra saber
Os meus desenhos, a minha história, minhas canetas coloridas de escrever.
Eu sempre peco
A vaidade é por querer
Desculpa te pedir desculpas sem ter culpa
Não conto estrelas
Adoro as letras, borboletas, tua voz a me dizer
Te amo sem ter porquê.

Um comentário:

  1. Sempre os sites/blogs que referenciam contos e poemas me seduziram. por isso dou-lhes os parabéns pelo lindo e aconchegante espaço
    Abraço

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